O Vasco fez uma homenagem a Roberto Dinamite antes do início da partida contra o São Paulo, neste sábado, em São Januário. O maior ídolo da história do clube completaria 72 anos nesta semana.

    A ação incluiu bandeiras da torcida, camisas de papelão em referência à camisa 10 do jogador e presentes entregues dentro de campo para a família de Roberto.

    Rodrigo, filho de Dinamite, foi um dos homenageados em campo. Perto da estátua de Roberto em São Januário, a família recebeu a camisa 10 de Dinamite das mãos de Felipe, diretor técnico do Vasco.

    Dinamite teria completado 72 anos na última segunda-feira. Por esse motivo, o clube convidou parentes do ex-atacante para o jogo e para participarem de ações especiais.

    São Januário foi envelopado com o rosto e um slogan de Roberto Dinamite. O clube também promoveu ações nas redes sociais e dentro do estádio, como a venda de copos personalizados com imagens do maior ídolo da história do Vasco.

    Carlos Roberto de Oliveira nasceu em 13 de abril de 1954, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Mas Roberto Dinamite “veio ao mundo” em 25 de novembro de 1971, no Maracanã. Foi nessa data que o atacante, então com 17 anos, recebeu o apelido que marcou sua trajetória, após fazer seu primeiro gol pelo Vasco, na vitória por 2 a 0 sobre o Internacional. A manchete do Jornal dos Sports do dia seguinte foi como uma certidão de batismo: “Garoto-dinamite explodiu”.

    Este foi o primeiro dos 708 gols de Roberto em 1.110 jogos pelo Vasco. Foi também o primeiro dos 190 gols marcados no Campeonato Brasileiro, uma marca que permanece inigualada até hoje. Este momento foi apenas o primeiro de muitos capítulos marcantes do ídolo com a camisa vascaína.

    Pelo Vasco, Roberto conquistou um Campeonato Brasileiro (1974) e cinco Campeonatos Cariocas (1977, 1982, 1987, 1988 e 1992). Sua trajetória é lembrada não apenas pelos números, mas pela dedicação e identificação com o clube.

    A homenagem deste sábado reforça o legado permanente de Roberto Dinamite no Vasco da Gama. A presença da família e a comoção da torcida mostraram como a história do atacante segue viva no coração do clube e de seus torcedores.

    Share.
    Giselle Wagner

    Giselle Wagner é formada em jornalismo pela Universidade Santa Úrsula. Trabalhou como estagiária na rádio Rio de Janeiro. Depois, foi editora chefe do Notícia da Manhã, onde cobria assuntos voltados à política brasileira.