Lucas Paquetá sofreu uma fratura na mão direita durante a vitória do Flamengo sobre o Cruzeiro na última quarta-feira. O problema não é considerado grave e o meia está liberado para treinar e jogar normalmente, usando uma imobilização.

    O departamento médico do clube preparou duas proteções para o jogador. Uma delas é mais resistente, para ser usada em casa e no dia a dia. A outra foi pensada para os jogos, sendo menor e mais flexível para não oferecer riscos.

    A prioridade da imobilização é restringir os movimentos da mão e do punho de Paquetá. Segundo apuração, ele pode precisar usá-la por até quatro semanas, que é o tempo médio para a cicatrização total da fratura.

    Apesar de ser uma fratura, o problema não preocupou a equipe médica e a opção foi não vetar o atleta dos próximos jogos. No ano passado, Varela passou por situação similar e atuou normalmente pelo time.

    Pedro foi outro jogador do elenco que usou uma imobilização, após fratura no antebraço em outubro de 2025. No entanto, a proteção era diferente e o atacante não chegou a utilizá-la em jogos oficiais por causa de uma lesão muscular.

    O caso de Paquetá apresenta menos riscos e ele deve ter facilidade para continuar jogando. O meia está à disposição para o clássico contra o Botafogo, no Nilton Santos, às 20h30 de amanhã, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    Em outro assunto relacionado ao elenco, o volante Saúl deu um passo em sua recuperação. O jogador iniciou atividades no campo e avança no processo de reabilitação após passar por uma cirurgia. Ele segue em trabalho específico para retomar as atividades com o grupo principal em breve.

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    Giselle Wagner é formada em jornalismo pela Universidade Santa Úrsula. Trabalhou como estagiária na rádio Rio de Janeiro. Depois, foi editora chefe do Notícia da Manhã, onde cobria assuntos voltados à política brasileira.