A Deusa Tripla: Uma Jornada pelo Poder Feminino
O livro “Deusa Tripla”, escrito por Jack Grayle, será lançado em fevereiro de 2026. Ele é uma edição limitada com apenas 500 cópias em capa dura. O livro investiga o poder multifacetado da mulher nas suas três formas: Mãe, Donzela e Monstro. Explora temas de mitologia, folclore, esoterismo e estudos modernos.
Os leitores que adquirirem o livro terão acesso exclusivo a uma série web que estreará online, além de um grupo de discussão privado no Discord. Essa experiência é única e disponível apenas para quem comprar essa edição especial e limitada.
Esse volume é raro e é especialmente voltado para colecionadores, praticantes e pessoas interessadas nos mistérios do destino, magia e o sagrado feminino. Não haverá outra edição física do livro, o que significa que, uma vez esgotado, só será possível encontrá-lo no mercado secundário, provavelmente a preços muito altos. Por isso, é importante garantir a pré-compra.
“Deusa Tripla” reúne textos de diversos autores que tratam de uma das figuras mais antigas e poderosas da humanidade: a Deusa Tripla. Os textos abordam a história, a mitologia e o simbolismo dessa figura enigmática. O livro conecta narrativas de diferentes culturas, mostrando como a Deusa Tripla influencia o comportamento humano através dos tempos.
Os autores têm formação em diversas áreas, como mitologia, filosofia, literatura e rituais. Assim, a antologia traça as várias faces da Deusa Tripla ao longo da história, desde contos de fadas europeus até os antigos rituais. O livro apresenta a Deusa não apenas como um símbolo, mas como uma força primordial que ainda age no inconsciente coletivo.
Os textos da coletânea expõem a importância do número três em diversas tradições. Esse número é visto como parte fundamental do destino, da magia e do significado da vida. Nele, os leitores se deparam com figuras como as Moiras e Nornas, que controlam os fios da vida, e com personagens folclóricos que ajudam ou punem conforme o esforço das pessoas.
Além disso, o livro investiga os poderes femininos escondidos em tradições como o Gnosticismo e a sexualidade ritual. Ele também discute a visão transformadora de Robert Graves sobre a Musa e a Deusa Branca, e como essa ideia influenciou a poesia ocidental ao longo dos anos.
“Deusa Tripla” não é apenas um livro acadêmico. É um texto vivo, que traz um convite à reflexão sobre rituais e a conexão com o divino de maneiras surpreendentes. Os leitores irão sentir a presença do ritmo dos rituais e das memórias ancestrais ao longo das páginas. É uma experiência que provoca questionamentos sobre a vida, a morte e a transformação.
Independente do interesse do leitor — seja por mitologia, estudos ocultos, mistérios femininos, folclore ou poesia — “Deusa Tripla” apresenta uma visão ampla sobre o poder feminino que está presente em momentos de nascimento, morte e transformação. Este livro, cheio de conhecimento e inspiração, recupera as raízes muitas vezes esquecidas da Deusa Tripla, mostrando sua intensidade e complexidade.
Conteúdo do Livro
- Ilustrações originais de Red K. Elders
- Introdução de Jack Grayle
- “Jo Ha Kyu” por Red K. Elders, que explora o antigo ritmo de criação, ruptura e resolução, mostrando como isso influencia rituais e experiências místicas.
- “A Grande Mãe e os Mistérios do Triplismo” por Robin Artisson, que examina a metafísica do número três e como ele molda a magia e o destino.
- “Uma Deusa Chega: Fontes do Século XIX da Nova Deusa da Lua Tripla” por Prudence Jones, uma pesquisa sobre como o folclore e a religião ajudaram a formar o arquétipo da Deusa da Lua.
- “Musa: A História Esquecida de Robert Graves, Laura Riding e a Deusa Tripla” por Jack Grayle, que relata como a relação entre os dois escritores inspirou a visão mitológica da Deusa Tripla.
- “Modeladoras do Destino: A Trama do Wyrð” por Shani Oates, que explora a mitologia do destino das tradições germânicas e europeias.
- “Uma Vez Destinada, Três Vezes Amarrada: Caos, Ordem e a Roda da Fortuna” por T. Susan Chang, que analisa simbolicamente o destino e a estrutura do cosmos.
- “Gloriosa Barbelo: O Feminino Divino no Gnosticismo” por Jessica Grote, que revela as dimensões complexas do feminino divino nas tradições de Barbelo.
- “A Natureza Trina de Maria Theotokos” por H. Feist, comparando a identidade tripla de Maria com as tradições de Artemis.
- “Justo é Feio e Feio é Justo: As ‘Irmãs Estranhas’ de Macbeth” por Emily Carding, reinterpretando as bruxas de Shakespeare como agentes míticos do destino.
- “Mãe, Donzela, Monstro” por Klara Wolfe, uma jornada folclórica sobre as muitas faces de Frau Holle, uma deusa que tanto protege quanto pune.
- “Hecate: Seu Mythos e a Mulher Negra” por Alexis Silvera, que explora a figura de Hecate na perspectiva da mulher negra, abordando soberania e ancestralidade.
- “Conjurando a Ferocidade: A Dakini e a Deusa Trina” por Erin Kalashnikova, que investiga as Dakini como representações da sabedoria feroz dentro da pauta da deusa feminina.
Esses textos mostram a riqueza e complexidade do tema, contribuindo para um entendimento mais profundo do papel da Deusa Tripla ao longo da história e seu impacto nas tradições e culturas.
