Como todas as demais obras do mesmo autor, em uma linguagem fácil, objetiva, prática, acessível e compreensível a qualquer leigo, traduzindo o idioma economês para o bom e claro português, o livro explica todos aqueles pomposos termos, frases, jargões e/ou bordões utilizados pelos economistas, especialmente por aqueles nos supremos poderes da nossa economia.
Como indexação ou desindexação da economia, política monetária, política cambial, taxa básica de juros, taxas de captação e de financiamento, depósito compulsório, taxas prefixadas e pós-fixadas, 'spread' dos bancos, entre tantos outros que, direta ou indiretamente, atingem, profundamente, o cidadão comum, simples mortal, em sua vida pessoal, profissional e/ou empresarial.
Sem que o leigo, não-economista, saiba ou sequer perceba o quê ou do quê estão falando, ou pior, estão fazendo ou farão que o atingirão, profundamente, reitere-se.
Modificando ou prejudicando, consequentemente, sua vida pessoal, profissional e/ou empresarial, caso o leigo, o não-economista não saiba como se antecipar àquilo que foi ou está sendo dito, ocorrendo ou irá ocorrer em nossa economia.
A obra - cujo subtítulo é 'Planos e Pacotes Econômicos', - traduz e explica, na prática, todos os mencionados e muitos outros termos ou jargões sobre economia, enquanto analisa e compara todos os planos e pacotes econômicos desde 1967.
Analisa e compara todos os planos e pacotes econômicos nos últimos 35 anos, sobretudo, no tocante à ruína que causaram à imensa maioria e à própria economia.
Na brutal redução do salário mínimo e, consequentemente, nos benefícios de aposentadoria de toda iniciativa privada, nos supostos rendimentos (sic) creditados às poupanças voluntárias confiadas às cadernetas de poupança e às poupanças compulsórias depositadas no FGTS, entre outros inalienáveis direitos da imensa maioria usurpados pelo governo federal, através desses fracassados planos e pacotes econômicos, sem absolutamente nenhuma exceção.
A obra expõe, analisa e demonstra, cabalmente, a total e completa crescente ausência de isonomia e a irresponsabilidade social na gestão da economia que têm arruinado a imensa maioria.
Acobertadas, maquiadas ou homiziadas sob as mesmas bem passadas e novas aparentes justas causas, bandeiras supostamente sociais, comprovadamente falsas alegações, mitos, obsoletas teorias sobre economia ou bodes expiatórios simplesmente, entre elas, o combate à inflação e/ou para a estabilidade da nossa economia.
Utilizadas, desumanamente, para arruinarem, contínua e crescentemente, a imensa maioria, enriquecerem a privilegiada minoria, pública e privada, local e estrangeira, localmente e no estrangeiro e, por conseqüência, agravarem progressivamente as desigualdades sociais que têm desembocado em crescentes níveis de violência em nosso país.
Esse livro, em conjunto com as outras obras do mesmo autor intituladas "Plano Real" e "Uma Nova Economia Social", demonstram cabal, fatual e numericamente que nosso país, na verdade, não precisa de mudanças.
Muito menos de mudanças radicais, como as adjetivam para amedrontarem todo o país, mas, especialmente, aqueles que se encontram nos supremos poderes da nossa economia.
Mas, o país precisa, urgentemente, o retorno de alguma ética, moral, justiça, mas, sobretudo, isonomia e responsabilidade social na gestão da economia para, através dessa melhoria de vida da imensa maioria, promoverem, naturalmente, os indispensáveis crescimento, desenvolvimento e estabilidade permanentes da nossa economia.
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